Estocolmo

Estocolmo é a capital da Suécia e é sem exagero uma das capitais mais bonitas e limpas da Europa. Rodeada de água por todos os lados, Estocolmo é uma cidade serena, atraente e, apesar dos invernos escuros e rigorosos, arriscaria a dizer que é uma das melhores cidades para viver: as diferenças sociais não existem. Em Estocolmo não há prédios demasiadamente grandes, não há poluição, não há trânsito nem buzinas. A água e o verde que rodeiam a cidade são o reflexo da tranquilidade sentida. Há imensas ruas e praças pedonais, jardins, esplanadas, bancos de jardim e tudo está relativamente perto. Há centenas de pessoas que caminham, passeiam e correm em pleno centro da cidade. Na Suécia, a família tem uma importância acrescida onde o incentivo à natalidade é evidente: cruzámo-nos por várias famílias que passeavam com os filhos, 3 ou 4 crianças, todas com pouca diferença de idade, confortavelmente instaladas em carrinhos duplos e triplos. As pessoas, mesmo no inverno, andam na rua a pé, de bicicleta ou de segway, utilizam as excelentes redes de transportes públicos e, muito raramente, o carro. Há pouco tempo li uma frase que se aplica que “nem uma luva”: “país desenvolvido não é aquele onde pobre anda de carro, mas sim aquele onde rico anda de transporte público”.

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Bratislava

Bratislava é uma cidade pequenina, que muitas vezes passa ao lado da maior parte dos turistas. Localizada a leste da Europa, a capital da Eslováquia é uma cidade que, apesar de não ter muitos pontos atrativos como as capitais em redor (Viena, Praga, Budapeste, etc.), continua a ser merecedora de visita. Bratislava apareceu no nosso roteiro quase por acaso. No planeamento da viagem para Budapeste, o Magno verificou que sendo a viagem de quatro dias, teríamos tempo suficiente para conhecer algo mais. Entre muitas hipóteses, surgiu Bratislava. A capital da Eslováquia era uma cidade desconhecida para nós e a deslocação seria fácil, rápida e acessível.

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