“Erguendo-se como um gigante sobre a vila de Arouca” e esticando-se até Vale de Cambra e São Pedro do Sul, a Serra da Freita surge encantada de magia natural. E que linda que ela está nesta altura do ano! As cores amarela, branca e violeta sobressaem das pastagens e, ao longe, pequenas manchas castanhas, as vacas arouquesas, que se movimentam nas silhuetas da montanha para procurar a erva mais fresca. Conseguimos ouvir o coração da serra, pelo chilrear dos pássaros ou o coaxar das rãs, o som do saltitar da água que corria nas curvas das pequenas ribeiras ou o som do vento que contornava a montanha. Este foi o cenário que encontrámos a meados do mês de Maio, quando decidimos explorar um pouco mais o interior desta serra, fora das estradas principais e da agitação habitual.

