Trilho dos Poços Verdes do Sabroso, Gerês (Sete Lagoas do Xertelo)

Visitar o Gerês é respirar ar puro, mergulhar em águas cristalinas e geladas, ver ou pressentir um animal selvagem, quiçá ameaçado, caminhar por trilhos de beleza tão única que chega a emocionar, ou ainda poder descobrir um pouco mais sobre as nossas origens. O Gerês é um anfiteatro tão especial que as cerca de 226 espécies de vertebrados e 1100 de flora explicam a classificação da UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera. Posto isto, não tivemos dúvidas quando no passado mês de Agosto decidimos visitar e percorrer o “PR9 – Trilho dos Poços Verdes”. As palavras que utilizarei e as imagens que partilharei para descrever a nossa experiência nunca farão jus ao que vivemos nesta caminhada de incrível beleza e em plena harmonia com a natureza, naquela que é “a única área nacional protegida que possui a categoria de Parque Nacional, o nível mais elevado de classificação das áreas protegidas” (CMMelgaço). Curioso/a? Então, venha daí!

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Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina em Autocaravana (Quinto Dia)

Praia Fluvial da Amieira

No dia anterior, estacionámos junto a um braço do Alqueva, mais concretamente na praia fluvial da Amieira, mas sem noção da vista incrível que obteríamos assim que corrêssemos as cortinas da autocaravana na manhã seguinte. E assim foi: o acordar foi encantador, ficámos completamente deslumbrados com o local onde estávamos e a paisagem que tínhamos à nossa frente.

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Serra da Freita (Arouca)

“Erguendo-se como um gigante sobre a vila de Arouca” e esticando-se até Vale de Cambra e São Pedro do Sul, a Serra da Freita surge encantada de magia natural. E que linda que ela está nesta altura do ano! As cores amarela, branca e violeta sobressaem das pastagens e, ao longe, pequenas manchas castanhas, as vacas arouquesas, que se movimentam nas silhuetas da montanha para procurar a erva mais fresca. Conseguimos ouvir o coração da serra, pelo chilrear dos pássaros ou o coaxar das rãs, o som do saltitar da água que corria nas curvas das pequenas ribeiras ou o som do vento que contornava a montanha. Este foi o cenário que encontrámos a meados do mês de Maio, quando decidimos explorar um pouco mais o interior desta serra, fora das estradas principais e da agitação habitual.

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